Com o sequestro chegado ao fim, Witzel descreve seus gestos como comemoração da vida

Sequestro com 37 reféns na ponte Rio-Niterói tem detalhes descritos pelo governador Wilson Witzel

Diante da experiência de quase morte, o governador Wilson Witzel relatou como tudo aconteceu. De acordo com ele, dentro do ônibus em que estiveram presos havia um forte cheiro de gasolina, garrafas PET cortadas com gasolina estavam penduradas e o criminoso segurava um isqueiro.

Identificado como Willian Augusto da Silva, o criminoso foi atingido com tiros às 9h04. O isqueiro foi encontrado e recolhido no local do crime pela polícia, no momento em que ele foi abatido.

Witzel continua a relatar que durante as conversas de negociação com o criminoso ele se mostrou com certa perturbação mental, declarando que desejava parar o estado, assim, o governador afirma que irão ouvir seus familiares, reféns para que seja possível compreender o que leva uma pessoa a tal atitude.

Maurílio Nunes, comandante do Batalhão de Operações Especiais, confirmou o relato feito pelo governador, onde havia a afirmação de que o sequestrador possuía um perfil psicótico. A conclusão foi chegada devido ao fato de haver psicólogos no local, que confirmaram que ele possui um perfil psicótico com altos e baixos.

Nunes relata que foi de grande dificuldade manter todos bem, mas, após ser morto, foi verificado que a arma utilizada pelo sequestrado era falsa. Assim, ele afirma que a decisão do tiro foi de sua responsabilidade, mas que Wilson Witzel deu autonomia para que a decisão fosse tomada, dando a total condição de trabalho.

Escrito por Reginaldo Ribeiro Teodoro

Sou especialista em notícias da TV, fofocas de famosos e acontecimentos em geral. Também escrevo sobre acontecimentos no meio político.