“Elas atrapalhavam minha vida sexual” diz mãe que matou filhas de 1 e 3 anos

Quando as autoridades chegaram ao local do crime, as crianças já haviam sido mortas.

Mãe matou seus próprios filhos, pois alega que eles atrapalham sua vida sexual.
 
Bombeiros chegam ao local e se deparam com crianças já mortas, a mulher de 23 anos foi levada pela polícia e condenada a prisão perpétua, por ter sido pega em flagrante assassinando suas duas filhas. As duas meninas eram bem pequenas, uma tinha 3 anos e outra apenas 1 ano.
No tribunal que julgou o caso de Louise mãe das crianças foi decretado que a mesma cumpra pelo menos 32 anos de prisão. A criança mais velha foi morta pela mãe através de um sufocamento. Já a pequena bebê foi morta por pequenos estrangulamentos.
Própria autora do crime que acionou a emergência, ao chegarem no local os bombeiros estranharam que a mãe estava calma mesmo vendo a situação em que suas duas filhas se encontravam chegando a elevar suspeitas de que a própria mãe estivesse envolvida.
O julgamento da mãe assassina durou 5 semanas, no tribunal a Juíza do caso alegou que às duas crianças não tinham culpa alguma e que eram inocentes, que o dever da mãe era de proteger e criar, mas você optou por tirar a vida delas. O nome do ato em que a mãe ou pai assassine o próprio filho se denomina filicídio, alguns destes descrevem motivos absurdos como desta mãe que estava indignada por não ter uma boa relação sexual com seu companheiro.
Segundo estudos de uma Universidade estrangeira pais muito jovens, violência doméstica, negligências, doenças psicológicas e depressões pós o parto são alguns motivos mais observados em casos de filicídios.
Psicólogos também relatam de comportamentos violentos de pais com seus filhos, se não houver uma atitude externa que seja de parentes ou amigos que façam esses pais sessarem tais comportamentos agressivos posteriormente possam haver consequências fatais.
Há casos conhecidos no Brasil dentre eles o da Isabella Nardoni que foi jogada pela janela de um apartamento no sexto andar pela madrasta, e o Bernardo Boldrini que foi morto pelo pai com uma superdose de sedativo e logo depois enterrado em um terreno de uma casa na zona rural.
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Escrito por Melissa Lopes

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