Novo capítulo do caso Flordelis: Testemunhas apelam para que a deputada use tornozeleira

Justiça determina que Flordelis use tornozeleira e fique em recolhimento noturno.

Nesta sexta-feira (18) a justiça do Rio de Janeiro determinou que a deputada federal Flordelis fosse vigiada por tornozeleira eletrônica e que fique em recolhimento domiciliar das 23:00 até as 6:00 da manhã. A mesma juíza que negou ao MP dias atrás do pedido do uso da tornozeleira eletrônica, ré no caso de assassinato do seu marido o pastor Anderson do Carmo, cedeu finalmente ao pedido do Ministério Público Federal para assegurar testemunhas do caso que temem represálias vindas da deputada.

Algumas testemunhas já denunciaram tentativas de intimidação por parte da ré, como por exemplo, o filho Misael e a nora Luane da deputada, ambos tiveram os seus carros pichados com direito a câmera de segurança que registraram o ocorrido.

O casal que é formado por filho de primeira geração da deputada e ex assessora particular da pastora expressaram também o medo de sair de casa e que só estariam saindo de casa em horários considerados por eles mais oportunos evitando locais suspeitos e que Misael que é vereador da cidade de São Gonçalo na baixada fluminense, agora só sai de casa com o carro blindado.

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Ângelo Máximo,  advogado da família do pastor Anderson do Carmo, apresentou na delegacia de homicídio de Niterói em São Gonçalo, afirmando que ele sofreu ameaças durante as apurações do caso Flordelis. Ainda segundo o advogado, o costume de ser parado por algumas pessoas para parabeniza-lo ou para alerta-lo sobre está envolvido em um caso que envolve pessoas “importante” é normal.

No entanto, Ângelo relata que recentemente foi abordado por uma pessoa em um dia de domingo que, o alertou com tom de ameaça, o que ele achou estranho e foi até a delegacia relatar o ocorrido. Máximo ainda diz que, quando entrou em seu carro em São Gonçalo,  parou ao seu lado uma motocicleta, que lhe deu parabéns pelo trabalho, mas  mandou que ele tivesse cuidado, pois estava mexendo com “peixe grande”.

Máximo diz que abordagem é classificado como caráter intimidador, por isso registrou uma ocorrência na 64ª DP de Alcântara em São Gonçalo, mas por não ter identificado o suposto ameaçador, o caso ficou registrado como atípico em um dia de revira-volta com  Flordelis se tornando uma das acusadas no inquérito que investiga o assassinato de seu marido.

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advogado Ângelo máximo fez um alerta na saída da sede da delegacia de homicídio de Niterói em São Gonçalo e disse que se algo acontecer contra ele será a mando da deputada federal. O advogado ressalta que que esse é o único caso que ele esta responsável e que o caso é grande é da Flordelis, será a mando dela, é por conta dela e das pessoas que estão com ela. Ele deixa um alerta de que se algo acontecer com ele, será a mando de Flordelis

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Escrito por Toda Mídia Digital

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