Desde que foi anunciada a pandemia do novo coronavírus, muitos brasileiros tiveram que parar de trabalhar imediatamente para ficar em suas casas realizando a quarentena ou isolamento social, atitudes orientadas pela OMS e pelo ministério da saúde.
Sem poder trabalhar, muitos brasileiros autônomos ou de baixa renda se iram diante de uma situação calamitosa em que precisariam de uma ajuda mínima.
Assim, o governo federal diante das novas circunstâncias, anunciou um programa de renda mínima, chamado Auxílio Emergencial, que visava contemplar os trabalhadores autônomos, os microempreendedores, as mães solteiras chefes de família e os beneficiados do bolsa família com uma renda de R$ 600 reais nos meses da pandemia.
O auxílio começou a ser pago no mês de abril e de início teria 3 meses de contemplação. No entanto, com o agravamento da pandemia no Brasil e no mundo e a impossibilidade de retorno aos trabalhos e à uma vida normal, esse benefício teve de ser estendido.
A oposição do governo quer que o auxílio seja estendido e que seja mantido os mesmos valores de R$ 600 reais, o que não foi acordado pelo governo federal.
O governo disse que vai manter o pagamento de mais R$1.200 reais e que este será diluído em 3 parcelas de valores diferentes, sendo a primeira de R$500 reais, a segunda de R$ 400 reais e a terceira de R$ 300 reais.
A decisão, como foi dita anteriormente, desagradou alguns parlamentares, que argumentaram que as necessidades básicas do trabalhador brasileiro não irá diminuir junto com o valor pago pelo governo e que mantém firmes na opinião de que a renda seja paga no mesmo valor atual.
Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve ter acima de 18 anos e se cadastrar pelo aplicativo disponível nos celulares, o Caixa Tem.